17 de outubro de 2011

Minha vida com Boris

Postado por Adriana Minhoto às 10:17
Se antes eu já admirava Thays Martinez, agora posso dizer que sou fã dela! Para quem não a conhece, Thays é uma advogada bem sucedia que depois de ficar cega ainda quando menina, se tornou símbolo de luta pela cidadania e acessibilidade em São Paulo e no Brasil com seu fiel amigo e companheiro Boris, um lindo e inteligente labrador.

Em “Minha vida com Boris” (Thays Martinez, 144 páginas, Editora Globo) em busca de sua independência, ela resolve procurar ajuda para conseguir um cão guia. Com o cão, ela achava que poderia circular para onde bem entendesse sem precisar da ajuda de ninguém. E ela estava certa! Com Boris sua vida mudaria completamente, mais até do que ela imaginaria! Mas mais do que sua liberdade, ela conseguiu ajudar a todos os deficientes visuais brasileiros.

Após uma longa briga com o Metrô de São Paulo, onde é proibida a entrada de animais, Thays consegue aprovar uma lei estadual e posteriormente federal para o livre acesso de cães guia em qualquer estabelecimento privado ou público e de grande circulação de pessoas, pois eles são os “olhos” de quem não enxerga.

Essa dupla ficou conhecida no país todo por meio de diversas reportagens. Com a “ajudinha” da mídia, a causa foi ganhando força e admiradores e cada vitória era comemorada por todos!

No livro Thays conta como foi o encontro dela com Boris, os “causos” que ele aprontava, como ele fazia sucesso em qualquer lugar que fosse e o mais importante: quando ela percebeu que ele teria que se aposentar.

Em uma palavra, descrevo o livro como envolvente! Prepare-se para rir, chorar, pensar e agradecer...

Confesso que li em uma tarde, de tão delicioso que é! Devorei! Rs.... Agradeço minha amiga linda Kelly, que me presenteou com essa linda história de vida de Thays e de seu sol!

“Boris (16/10/1998 – 24/10/2009) nasceu em Rochester, no Estado do Michigan. Labrador amarelo, com suspeitas fortíssimas de uma mistura com golden retriever, passou boa parte de sua infância em uma escola infantil para humanos, o que viria a justificar sua paixão por crianças, bem como certas excentricidades, como gostar de dormir coberto e com travesseiro. Depois, estudou em escolas de primeira linha, como a tradicional Leader Dogs for the Blind, o que acabou lhe propiciando o convite para trabalhar no Brasil. Tinha por hobby tirar tampas de garrafas e gostava de correr e de beber água de coco. Sua única superstição era, a cada refeição, deixar um grão de ração em sua vasilha.” (trecho retirado do livro)

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